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Bradesco fecha os olhos para o assédio moral em suas agências

A prática de assédio moral parece ter tornado-se rotina nas agências do banco Bradesco. Desde a chegada do Gerente Regional Cumbica, o Sindicato tem recebido inúmeras denúncias de bancários e bancárias cansados da pressão para o cumprimento de metas, mas principalmente exautos pela forma como são cobrados.

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O superior adotou métodos "criativos" no dia a dia para avaliar o desempenho dos trabalhadores, totalmente fora do escopo da política de Recursos Humanos.

 
Gravata às sextas-feiras no Bradesco é opcional

Bancário que trabalha no Bradesco só usa gravata às sextas-feiras se quiser. Quase um ano após ser reivindicada pela Comissão dos Empregados (COE) da instituição em minuta específica no Encontro Nacional dos Bancos Privados de 2016, o banco aboliu a obrigatoriedade do acessório no último dia útil da semana.Para os representantes dos trabalhadores, a liberação do banco com relação à gravata demonstra mudança de postura de sua diretoria. “O mercado é regulado por bons profissionais e o mundo da aparência já não o sustenta! Agora lutaremos para que reconheçam que a barba não influencia sobre o trabalho e avançarmos também neste tema”, relata Gheorge Vitti, coordenador da COE Bradesco.

 
Terceirização irrestrita: Bradesco demite funcionários com 30 anos de banco

Menos de um mês após o presidente ilegítimo Michel Temer sancionar a lei que permite que as empresas contratem funcionários terceirizados para todos os seus setores, o Banco Bradesco já deu início à substituição de seus colaboradores. O caso aconteceu no Departamento de Suporte de Produtos (DSPS), na cidade de Deus, no Rio de Janeiro, com a demissão de 10 bancários, alguns próximos da estabilidade pré-aposentadoria, já com 30 anos de banco.

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