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Sindicato de São Paulo reverte quatro demissões no Itaú por assédio moral

 

Quatro funcionários vítimas de assédio moral e demitidos injustamente pelo Itaú Unibanco foram readmitidos na semana passada, em São Paulo. A conquista configura mais um resultado do instrumento de combate ao assédio moral garantido na Campanha Nacional Unificada 2010.

Os trabalhadores, que tinham problemas com um gestor, foram demitidos. A denúncia chegou ao Sindicato dos Bancários de São Paulo e, conforme previsto pelo instrumento de combate ao assédio moral, o problema foi apurado pelos dirigentes.

 

 
Contraf-CUT negocia emprego e plano de saúde com Itaú Unibanco amanhã

A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam na próxima quarta-feira, dia 27, às 10h, as negociações com o Itaú Unibanco, em São Paulo. Os bancários irão cobrar o fim das demissões que vêm ocorrendo em várias regiões do país e esclarecimentos detalhados sobre o reajuste unilateral de até 24,61% no plano de saúde.

A negociação ocorre após a forte mobilização dos bancários do Itaú Unibanco, que promoveram na terça-feira, 19 de abril, Dia Nacional de Luta contra as demissões e o desrespeito frente ao aumento do convênio médico.

 
Bancários param CAU e CTO do Itaú Unibanco contra demissões em São Paulo

Os funcionários do Centro Administrativo Itaú Unibanco (CAU) e do Centro Tecnológico Operacional (CTO) paralisaram as atividades em Dia Nacional de Luta em protesto contra as demissões injustificadas ocorridas recentemente com os trabalhadores de agências e concentrações da instituição financeira.

Mais de seis mil bancários aderiram à manifestação do Sindicato dos Bancários de São Paulo e voltaram ao trabalho pouco antes das 10h desta terça-feira, dia 19.

"Essa grande participação de empregados, juntamente com o Sindicato, mostra que os trabalhadores também não aceitam as demissões principalmente em uma época em que o Itaú Unibanco bateu recorde de todo o sistema financeiro nacional em 2010 com um lucro de R$ 13,3 bilhões", afirma o diretor executivo do Sindicato e funcionário do Itaú Unibanco Daniel Reis.

O dirigente sindical destaca ainda que a entidade cobrou do banco, diversas vezes, um processo de negociação que garantisse o emprego e os direitos dos funcionários. "O Dia Nacional de Luta mostra que não aceitamos essa política adotada pelo banco e cobramos um respeito maior com os funcionários, que tanto colaboram para o crescimento da instituição financeira" afirma Daniel, acrescentando que nesse processo de demissões o Itaú Unibanco contratou terceirizados com salários e direitos inferiores aos garantidos para a categoria bancária.

"Reivindicamos que o banco cesse as demissões e a contratação de terceirizados. Queremos mais contratações de bancários para acabar com a sobrecarga de trabalho existente", ressalta Daniel.


Fonte: Seeb São Paulo

 
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