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TST obriga Santander a reconhecer terceirizado
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| Para a Justiça, as atividades que o funcionário da Prosegur Brasil desempenhava são consideradas tipicamente como essenciais ao banco
São Paulo – Por entender como um caso de terceirização ilícita, a 1ª Turma do TST (Tribunal Superior do Trabalho) condenou o Santander a reconhecer como bancário um empregado da Prosegur Brasil, que desempenhava serviços ligados a “caixa rápido”
O caso chegou ao TST após o empregado não concordar com a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (TRT-MG), que obrigara o banco apenas ao pagamento das verbas trabalhistas.
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tander descumpre acordo mais uma vez
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Banco não concedeu folga a bancários do SAC Nível 1 que trabalharam no feriado de 8 de março
São Paulo – O Sindicato enviou carta à direção do Santander repudiando o descumprimento de acordo assumido pelo banco de conceder folgas referentes e pagar horas extras cheias aos bancários do SAC Nível 1, do Callcenter, que trabalharam em feriados este ano.
“Nesta quarta dia 8 venceu o prazo de 90 dias para ser concedida a folga dos bancários que trabalharam no feriado de 8 de março”, informa o diretor do Sindicato João Roberto de Almeida, que assina a correspondência. Ele destaca que o mesmo acontece com os bancários que trabalharam nos dias 21 e 22 de abril. “Já se passaram 47 dias e os trabalhadores não sabem quando será sua folga e estão impedidos de se programar”, afirma, em trecho da carta.
> Leia a íntegra da carta enviada
Horas extras – Há problemas também com o cálculo do pagamento das horas extras que, segundo o acordo com o banco, devem ser pagas integralmente, com o adicional de 100%. “Os holerites apontam termos como ‘hora extra 50%’, ‘hora extra 100%’ e ainda ‘escala remunerada 50%’ e ‘escala remunerada 100%’, mas os valores pagos não correspondem aos cálculos. Queremos que o banco descreva claramente como são feitas essas contas, para garantirmos que não haverá prejuízo para os trabalhadores”, diz o dirigente sindical.
SP Bancários - 08/06/2011 |
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Protesto para agência contra demissão de funcionária
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São Paulo – O Sindicato promoveu um ato na agência do Santander da Água Rasa, localizada na Rua Siqueira Bueno, zona leste. A unidade permaneceu fechada durante toda essa terça-feira dia 10, em protesto contra a demissão de uma bancária. Os trabalhadores também sofrem com problemas graves decorrentes do assédio moral praticado pela gerência.
A reivindicação do Sindicato é a reintegração imediata da funcionária dispensada, o fim do assédio moral e da cobrança abusiva de metas.
O funcionário do Santander e diretor do Sindicato Marcelo Sá destaca que não há motivo para o banco demitir, pelo contrário, faltam funcionários nas agências. “O Sindicato negociou com o plano de mobilidade interna para acabar com essas dispensas”, afirma.
Ainda segundo o dirigente, o resultado global do banco nos primeiros três meses deste ano que foi de 2,11 bilhões de euros e o Brasil contribuiu com cerca de um quarto do lucro mundial da instituição financeira, reforça que não há espaço para demissões. “Os números divulgados revelam uma lucratividade extraordinária do Santander, principalmente aqui no Brasil, onde o resultado foi 17,5% maior no primeiro trimestre deste ano, em comparação a igual período de 2010. Estamos realizando esse protesto, mas lembro que o Sindicato vem organizando outras manifestações contra o assédio moral, as metas abusivas e principalmente contra as demissões injustificadas. Queremos outra postura do banco”, ressalta Marcelo.
O dirigente sindical diz ainda que os bancários não podem se intimidar diante do assédio promovido dentro do banco e devem usar o instrumento conquistado na Campanha Nacional de 2010 para fazer a denúncia.
“O programa de combate ao assédio moral é uma conquista dos trabalhadores. Trata-se de um acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho, que inclusive teve a adesão do Santander. Portanto, orientamos os trabalhadores a sair do isolamento e denunciar”, destaca Marcelo Sá.
Fonte: SpBancários |
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