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SAÚDE MENTAL E TRABALHO BANCÁRIO
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| Fonte: www.bancarios-es.org.br
1. TRABALHO E SAÚDE MENTAL
As repercussões do trabalho na vida mental, apesar de serem estudadas há muito tempo, começam a receber maior atenção a partir da introdução de novas tecnologias nos processos de trabalho. Essas transformações, além de interferirem sobre a organização do trabalho, têm reflexos e conseqüências no cotidiano fora do trabalho dos bancários, no modo de viver, na família e em todas suas relações humanas.
Atualmente, muitos estudos têm sido feitos com o intuito de estabelecer mais claramente a relação entre trabalho bancário e saúde mental. Nesses estudos, o trabalho tem sido considerado como mediador das relações sociais e humanas, por isso como um elemento fundamental para a saúde, tanto para o seu fortalecimento, quanto para o seu desgaste. Na categoria de desgaste à saúde mental incluímos tanto um mal-estar e tensão no trabalho quanto transtornos psicopatológicos. Isso porque, o conhecimento do primeiro estágio de mal-estar é fundamental para as práticas preventivas, ou seja, de identificação das fontes de estresse e tensão no trabalho, potencialmente prejudiciais à saúde mental.
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Saúde do Bancário (LER/DORT)
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| LER/DORT Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao trabalho
As drásticas mudanças tecnológicas, somadas à ganância capitalista pela acumulação de riquezas, têm levado a classe trabalhadora a inúmeros desgastes psicológicos e físicos, tais como as doenças ocupacionais.
As lesões ósseas e musculares, acompanhadas de irritabilidade, insônia, ansiedade e depressão, são os problemas de saúde de maior incidência entre as atividades do ramo financeiro.
Já está largamente comprovado que o adoecimento da categoria bancária está diretamente relacionado à sobrecarga e à repetição sem descanso das rotinas diárias, ao lado da pressão psicológica pelo cumprimento de metas que permeia o cotidiano desses trabalhadores. Os regimes de horários impostos, a intensidade das tarefas e as cobranças de desempenhos contribuem dramaticamente para o adoecimento dos trabalhadores bancários.
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